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26 de jun. de 2010

Granola caseira

Aviso que ainda não experimentei esta receita. Estou apenas reproduzindo do site Panelinha, meu preferido, minha referência sempre! Esta receita está na minha lista de "to do".

Ingredientes:

½ xícara (chá) de castanha de caju
½ xícara (chá) de açúcar, mascavo
½ xícara (chá) de mel
2 xícaras (chá) de aveia, inteira
1 ¼ xícara (chá) de farelo de trigo
70 g de frutas secas (maçã, pera, uva passa, etc)
½ xícara (chá) de água
¾ xícara (chá) de coco seco, ralado

Modo de fazer:

Ligue o forno em temperatura baixa (150 graus). Comece cortando as frutas secas em pequenos pedaços. Coloque a castanha de caju sobre uma tábua e pique em pequenos pedaços com uma faca bem afiada. Coloque a água e o mel num recipiente. Mexa com uma colher até que o mel fique totalmente dissolvido. Coloque todos os ingredientes num recipiente grande e misture muito bem com uma colher de pau. Coloque o preparado dentro de uma assadeira grande e leve ao forno pré-aquecido por 40 minutos ou até que toda a água tenha evaporado. Retire a granola do forno, quando estiver bem sequinha, e espere esfriar. Guarde em potes com tampa e mantenha em local seco e arejado.

Fonte: http://panelinha.ig.com.br/receita.phtml?cod_rec=842

5 de abr. de 2010

Café da manhã de ônibus!


Em abril fomos passar o feriado da Semana Santa em Valle Grande, província de Mendoza (ARG). Mendoza é famosa por seus vinhos e seu azeite de oliva. Valle Grande é conhecido pelo turismo radical (rafting, rappel, trekking, etc.). Fomos de ônibus até San Rafael e de lá pegamos um ônibus comum até Valle Grande. É uma viagem de dez horas (mais uma hora de S. Rafael a V. Grande), que fizemos de noite para chegar no nosso destino bem cedo e aproveitar o dia.

Já viajamos bastante de ônibus por aqui (inclusive de Buenos Aires ao Rio de Janeiro. Quarenta horas cada trecho! Sem comentários...) e a comida que servem sempre é gostosinha. Deste vez, o café da manhã é da Granix (http://www.granix.com.ar/home.html). Granix é uma empresa argentina que pertence à Igreja Adventista do Sétimos Dia e cuja filosofia se baseia em que apenas uma alimentação saudável e natural pode levar a uma vida de plenitude. E eles têm razão!

Meu namorido me "apresentou" aos biscoitos doces integrais com passas dessa marca. Realmente, são ótimos! Depois conheci os salgados (com linhaça, gergelim, farelo de trigo, etc), as barrinhas de cerais (com pedacinhos de pêssego!) e os biscoitos de "água e sal" sem sal (não sou muito fã desses biscoitos porque gosto de sentir o gosto de sal...).

Enfim, eles têm um restaurante na Capital (Galeria Güemes). Ainda não conheço, mas a julgar pelo cardápio (que está online), acho que vale a pena fazer uma visita.

21 de mar. de 2010

Dieta já!

Agora que estou levando a sério a dieta que me passou a nutricionista, vejo que cortaram meu barato. Tive de fechar minha cozinha... Agora, o barato é buscar alternativas light para misturar uma alimentação saudável e, ao mesmo tempo, colorida, divertida e, sobretudo, gostosa.

Ontem no mercado, dando voltas, encontrei um novo produto da Coca-Cola, o Epika (http://www.epika.com.ar/epika/). É ma bebida para se tomar fria e que mistura sabores de frutas, extratos de ervas e não tem conservantes. É adoçada com stevia, um adoçante natural.

Segundo a Wikipedia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Stevia), "esta planta tem uma extraordinária capacidade adoçante. Em sua forma natural é aproximadamente 10/15 vezes mais doce que o normal açúcar doméstico. Na sua forma mais comum de pó branco, extraído das folhas da planta, chega a ser de 70 a 400 vezes mais doce que o adoçante natural".

As principais características desta planta são:

- não causa diabete
- não contém calorias
- não altera o nível de açúcar no sangue
- não é tóxica
- inibe a formação da placa e da cárie dental
- não contém ingredientes artificiais
- pode ser usada para cozinhar

Voltando ao Epika, é realmente um bebida muito gostosa. Parece um chá verde (porque tem um gostinho amargo no final). Pena que a garrafinha é pequena (350ml)...
Ontem tomei o Relax Griego, que mistura suco de maçã e pomelo com extratos naturais de camomila e melissa. Há também as versões Vitalidad Oriental (frutas amarelas, gengibre e guaraná) e Pureza India (morango, pomelo e boldo).

Na falta de ice-tea, tomamos Epika.

11 de mar. de 2010

Muffins integrais com queijo e espinafre (Panelinha)

Já tem um tempinho que fiz essa receita. Adoro espinafre e, sempre que posso, tento incluí-lo em minhas receitas. Encontrei essa receita anti-TPM no site Panelinha.

Ingredientes:
1/2 xícara (chá) de farinha de trigo
1 xícara (chá) de farinha de trigo integral
4 colheres (sopa) de manteiga
1/2 xícara (chá) de leite
1 xícara (chá) de folhas de espinafre
2 ovos
1 colher (sopa) de açúcar
1/2 xícara (chá) de mussarela cortada em cubinhos
1 colher (sopa) de gergelim preto
2 colheres (chá) de fermento em pó
1/2 colher (sopa) de sal

Modo de fazer:
Pré-aqueça o forno a 180ºC (temperatura média). Unte uma fôrma de muffin ou 8 forminhas individuais de empadinha com manteiga e polvilhe com farinha. Numa panelinha, derreta a manteiga. No liquidificador, bata o leite e o espinafre. Junte os ovos e a manteiga derretida e bata novamente. Reserve. Numa tigela grande, peneire as farinhas, o fermento, o açúcar e o sal. Faça um buraco no centro e despeje a mistura de espinafre. Misture com uma colher até a farinha absorver todo o líquido. Coloque 2 colheres (sopa) de massa em cada forminha, salpique com os pedaços de queijo, cubra com mais 1 colher de massa e polvilhe com o gergelim preto. Leve ao forno por 20 minutos. Retire os muffins da assadeira e coloque sobre uma grade para esfriar. Sirva mornos ou à temperatura ambiente.

Fonte: http://panelinha.ig.com.br/site_novo/receita/receita.php?id=1635

Torta de maçã (teoricamente de baixas calorias...)


Comprei um livrinho no jornaleiro de tortas doces e salgadas reduzidas em calorias. Em teoria, não é muito doce, porque a quantidade de açúcar que leva é mínima. Só que a massa fica meio sem-graça e, da próxima vez, terei que adicionar alguma essência ou de baunilha ou de amêndoas ou raspa de limão para dar um gostinho à massa. Mas, no geral, ficou muito boa.

Massa básica:

Ingredientes:
250 g de farinha de trigo
100 g de manteiga fria
Meio copo de água fria *usei menos
Uma colherzinha de sal
* Essência de baunilha ou de amêndoas ou raspa de limão (sugestão da Krikous)

Modo de fazer:
Colocar a farinha e o sal em um recipientes. Acrescentar a manteiga fria cortada em cubinhos e amassar com as pontas dos dedos. Acrescentar a água aos poucos, sem deixar de amassar, até obter uma massar lisa e homogênea. Levar à geladeira para repousar por 1 hora.

Recheio:

Ingredientes:
3 maçãs vermelhas, sem o centro, cortadas em lâminas
Meio copo de suco de limão
Raspa da casca de um limão
70g de açúcar *usei açúcar mascavo
Uma colher de manteiga
Um ovo para pincelar

Modo de fazer:
Colocar as lâminas de maçã em um recipiente e acrescentar o suco e a raspa de limão, o açúcar e deixar na geladeira por duas horas para macerar (recipiente com tampa).
Esticar uma parte da massa para forrar a fôrma. Não cortar o excesso de massa nas laterais, porque servirão para fazer as dobrinhas com a tampa.
Distribuir a maçã e pedacinhos de manteiga.
Esticar a outra parte da massa para cobrir a torta. Unir as bordas. Com um garfo, fazer furinhos na tampa para servir de escape para o ar que se forma dentro da torta durante a cocção. Pincelar com um ovo e levar ao forno pré-aquecido até dourar.

27 de fev. de 2010

Tomate recheado com molho caesar (ou o fim de um trauma e dois preconteitos)


Realmente, esse foi um dia e tanto! Acabei com um trauma e dois preconceitos em um só prato! Foi um combo!

O trauma corre por conta do tomate. Quando eu era criança, meu pai me obrigava a comer tomates todos os dias. Ele AMA tomate e eu não conseguia gostar daquele negócio. Mas na minha casa criança não tinha vez e meus irmãos e eu tivemos que comer tudo que meus pais determinavam (hoje vejo que eles têm razão e pretendo fazer o mesmo quando eu tiver filhos hahaha Será minha vingança!).

O fim do trauma começou no dia que comprei uma revistinha de receitas light aqui no jornaleiro perto de casa. Tinha uma receita de tomates recheados. Sou sincera: eu como com os olhos, antes de mais nada. Quando vi a foto, o tomate tão bonitinho, tão arrumadinho... Fiquei com vontade de comer. E com o calor desgraçado que está fazendo aqui, pensei que seria bom comer algo fresco no jantar. Nesse dia, me lembro que fiz como dizia a receite e recheei o tomate com maionese, atum, salsinha e azeitonas. Deixei na geladeira e quando meu namorido chegou em casa para o jantar e viu que eu tinha preparado tomate de acompanhamento até estranhou.

Depois que vi que disfarçando o tomate eu podia comê-l0 (meu pai sempre disse que o tomate é bom para prevenir vários tipos de câncer (*) e etc. Acredito no meu pai, mas rolava um preconceito contra o tomate... Acho que era uma maneira de manifestar minha rebeldia depois de tantos anos sendo obrigada a comer o raio do tomate!), resolvi que ia comer outro dia, tb recheado. Dessa vez, com ricota, roquefort, azeite de oliva extra-virgem e um mix de pimentas que tenho aqui em casa. Outra vez, meu namorido me olhava com cara de quem não entendia nada (justo eu, que nesta terra de pseudoitalianos, não como tomate, berinjela e pimentão...). Enfim, comemos outra vez e realmente ficou muito gostoso.

Aos poucos fui ficando amiga do tomate. Fomos fazendo as pazes. Paralelamente, fui adentrando um novo mundo para mim: o do arroz integral. Outra coisa que sempre olhei com cara de eca!, mas que por recomendação da nutricionista, resolvi dar uma chance ao famoso arroz integral. A verdade é que, na primeira vez que comi arroz integral no Brasil, no refeitório da empresa onde eu trabalhava, notei que ele tinha um gosto um pouco mais forte e é um pouco mais seco. Acho que por isso não gostei - acostumada com o arrozinho branco da mamãe, não tinha como comer aquilo.

Mas quando fiz as primeiras vezes aqui em casa, descobri uma maneira de deixá-lo mais saboroso, que seria adicionar um condimento para arroz em pó (uma mistura de curcuma, orégano, páprica, gengibre, noz moscada, coentro, pimenta e manjericão que se compra por peso num mercado aqui perto de casa ou também em envelopinhos industrializados). O arroz fica amarelinho e com um sabor especial! Aí, fui ficando mais sensível e amiga do arroz integral e, dessa maneira, acabei com o primeiro preconceito do título desta entrada.

O segundo preconceito era o de comer arroz frio na salada. Realmente, não rolava. Eu ficava pensando no arroz da minha mãe, quentinho, soltando fumacinha, com cheirinho de refogado de alho, cebola e azeite de oliva e não conseguia entender como eles aqui na Argentina conseguiam comer um arroz lavado, fervido no sal, escorrido e lavado de novo com água fria na salada. Primeiro que o arroz que eles fazem aqui não tem gosto de nada (vejam bem: esta é minha opinião pessoal... comparando o arroz que meu namorido fazia pra mim com o da minha mãe...). Depois que comecei a fazer aqui em casa o arroz branco do jeito que minha mãe faz , meu namorido não quer mais comer o arroz fervido deles... Por algo há de ser.

Não sei o que foi que me deu nesse dia, mas resolvi que ia fazer tomate recheado (trauma), com arroz integral (preconceito 1), pedacinhos de presunto, cenoura ralada, azeite de oliva extra-virgem, mix de pimentas e tudo para servir de entrada como uma salada, ou seja, frio (preconceito 2). Tenho que reconhecer que foi uma boa escolha e o tomate ficou ótimo!

Aproveitei e usei um pouco de molho caesar do dia anterior (receita retirada de um dos meus sites preferidos www.panelinha.com.br). Mas poderia ter comido sem nada.

Ah, esta receita foge um pouquinho à ideia de café-da-manhã, chá da tarde etc que seria o foco deste blog. Mas bem que pode ser servida como uma entrada ou num brunch.

(*) Sobre o tomate: http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u403793.shtml

Caesar salad

Ingredientes
1/2 maço de alface-americana
1/2 maço de alface-crespa
6 fatias de pão de fôrma sem casca
2 colheres (sopa) de manteiga
1 xícara (chá) de creme de leite fresco
2 colheres (sopa) de maionese
2 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado
1 filé de aliche
1/2 xícara (chá) de azeite de oliva
1 dente de alho sem casca
suco de 1 limão

Modo de Preparo
1. Lave bem as folhas de alface sob água corrente. Numa tigela com água e um pouco de vinagre, deixe as folhas de molho por 20 minutos. Em seguida, retire as folhas com cuidado para que as "sujeirinhas" fiquem no fundo da tigela.
2. Com uma faca, corte o pão em quadrados bem pequenos, mas iguais.
3. Numa frigideira antiaderente, coloque a manteiga e leve ao fogo médio para derreter. Acrescente os cubinhos de pão e deixe dourar, mexendo de vez em quando para não queimar. Retire do fogo, transfira os cubinhos para um prato e reserve.
4. No liquidificador, junte o creme de leite, a maionese, o parmesão ralado, o aliche, o azeite, o alho e o suco de limão. Bata por 2 minutos ou até obter um creme homogêneo.
5. Seque as folhas de alface com papel-toalha e rasgue em pedaços médios. Disponha as folhas numa saladeira, regue com o molho e salpique com os cubos de pão. Sirva a seguir.