10 de jun. de 2010
Comfort food
Nessa entrada, havia alguns exemplos de "comfort food" de diversos países e, para o Brasil, não podiam deixar de estar o querido arroz com feijão (que saudade!) e o caldinho de feijão (que fiz noutro dia aqui em casa), entre outros. Para a Argentina, estavam as empanadas (a propósito, acabo de comer duas de frango que meu namorido fez...). Para os EUA, estão todas essas comidinhas: muffins, brownies, blondies, cookies, scones, etc.
29 de abr. de 2010
Maracujá
Se alguém me pergunta qual é a minha fruta favorita, a resposta é fácil: maracujá. Em todas as formas de expressão: sorvete, mousse, Nhá Benta, suco, picolé, geleia, bolo, caipirinha... Até mesmo para cremes (o da Natura é uma maravilha e, depois que mostrei para minhas colegas argentinas no escritório, não querem outra coisa).
O mais legal é que, além de ser uma fruta gostasa e perfumada, descobriram um novo benefício.
Veja na íntegra o artigo da revista Boa Forma:
Benefícios do maracujá
Ela chegou no mercado com a fama de ter o poder de baixar as taxas de açúcar no sangue, o que é ótimo para quem tem diabetes. Mas, aos poucos, a farinha feita com a casca do maracujá também se revelou um excelente bloqueador de gordura. Ou seja, impede que o organismo absorva parte desse nutriente presente nos alimentos. Daí faz você perder peso.
A substância responsável pelo poder emagrecedor é a pectina, encontrada em grande quantidade na parte branca da casca da fruta. A farinha não fica atrás: tem 20% dessa fibra, segundo estudo feito pelo químico e pesquisador Armando Sabaa Srur, da Faculdade de Nutrição da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). “No estômago, a pectina se transforma numa espécie de gel não digerível, provocando sensação de saciedade”, explica a médica e nutróloga Daniela Hueb. Com isso, você se sente bem alimentada com uma porção menor de comida. A pectina também reduz a velocidade com que o açúcar entra no sangue – quanto mais lento esse processo, mais a fome demora para voltar a dar sinal.
Menos toxinas
Outra boa notícia: a fibra presente na farinha de maracujá promove uma faxina no organismo. Ela ajuda a eliminar as toxinas, que, acumuladas, prejudicam o funcionamento dos órgãos e, com isso, desequilibram o metabolismo – o que faz sua dieta emperrar. Só que para facilitar a ação desintoxicante da pectina, é importante beber mais água, no mínimo 2 litros por dia.
Nutrientes extras
A farinha de maracujá é fonte de várias vitaminas e minerais.
• Niacina (vitamina B3): atua na produção de hormônios, melhora a ansiedade, ajuda no crescimento das crianças e protege as paredes do estômago.
• Ferro: previne anemia e aumenta o pique.
• Cálcio: favorece a contração muscular, fortalece ossos e dentes.
• Fósforo: também deixa os ossos fortes, além de melhorar a memória, a oxigenação das células e a circulação.
Como o maracujá bloqueia a gordura?
Quando chega ao intestino, a pectina bloqueia a absorção da gordura dos alimentos. A ação é bem mais suave que a do Xenical, medicamento da Roche que tem o boqueador de gordura orlistat como princípio ativo. Mas o efeito emagrecedor da farinha, assim como sua capacidade de proteger o coração, foi comprovado num estudo feito na Universidade Federal da Paraíba com 17 mulheres com colesterol alto. “Depois de 70 dias consumindo a farinha, elas não só tiveram as taxas de LDL, o colesterol ruim, reduzidas como perderam peso (algumas eliminaram 8 quilos!)”, comemora a farmacêutica Alessandra Ramos, que acompanhou o grupo por um período de um ano sem registrar reações adversas. De qualquer modo, observe como seu organismo responde ao produto.
Saiba como usar a fruta a seu favor
O consumo da farinha tem de ser diário: uma vez ou outra não é suficiente para surtir efeito. Por isso, varie o modo de acrescentá-la no cardápio. Pode ser no suco, no iogurte, na salada, na sopa. O ideal, porém, é consumir uma colher de sopa (10 gramas, 47 calorias) antes das três principais refeições. Mas a nutricionista Anita Sacks, da Universidade Federal de São Paulo, avisa: “Não adianta usar a farinha de maracujá e abusar da gordura e do açúcar”. Portanto, aproveite para cortar alguns excessos à mesa e faça algum tipo de atividade física (vale até uma caminhada de 30 minutos pelo bairro dia sim, dia não). Vai experimentar? Conte para a gente o resultado!
Faça em casa
Existem várias opções de farinha da casca do maracujá feitas por laboratórios farmacêuticos, à venda em farmácias e lojas de produtos naturais. Não compre o produto em saquinhos sem identificação, barracas de rua ou feiras livres. Se preferir, pode preparar a farinha em casa. Use, de preferência, maracujá orgânico – sem agrotóxico. Veja como fazer.
• Lave e mergulhe seis maracujás por 20 minutos numa mistura de água com bicarbonato de sódio (1 colher de sopa por litro) ou vinagre. Volte a passá-los em água corrente.
• Corte-os ao meio, retire a polpa e guarde para fazer suco.
• Corte a casca em tirinhas, ponha numa assadeira e asse em forno médio por cerca de 30 minutos ou até que fiquem sequinhas. Espere esfriar.
• Bata no liquidificador (ou passe no processador) até obter uma farinha.
• Passe pela peneira e guarde num recipiente limpo e tampado.
Saiba como usar a fruta a seu favor
O consumo da farinha tem de ser diário: uma vez ou outra não é suficiente para surtir efeito. Por isso, varie o modo de acrescentá-la no cardápio. Pode ser no suco, no iogurte, na salada, na sopa. O ideal, porém, é consumir uma colher de sopa (10 gramas, 47 calorias) antes das três principais refeições. Mas a nutricionista Anita Sacks, da Universidade Federal de São Paulo, avisa: “Não adianta usar a farinha de maracujá e abusar da gordura e do açúcar”. Portanto, aproveite para cortar alguns excessos à mesa e faça algum tipo de atividade física (vale até uma caminhada de 30 minutos pelo bairro dia sim, dia não). Vai experimentar? Conte para a gente o resultado!
Faça em casa
Existem várias opções de farinha da casca do maracujá feitas por laboratórios farmacêuticos, à venda em farmácias e lojas de produtos naturais. Não compre o produto em saquinhos sem identificação, barracas de rua ou feiras livres. Se preferir, pode preparar a farinha em casa. Use, de preferência, maracujá orgânico – sem agrotóxico. Veja como fazer.
• Lave e mergulhe seis maracujás por 20 minutos numa mistura de água com bicarbonato de sódio (1 colher de sopa por litro) ou vinagre. Volte a passá-los em água corrente.
• Corte-os ao meio, retire a polpa e guarde para fazer suco.
• Corte a casca em tirinhas, ponha numa assadeira e asse em forno médio por cerca de 30 minutos ou até que fiquem sequinhas. Espere esfriar.
• Bata no liquidificador (ou passe no processador) até obter uma farinha.
• Passe pela peneira e guarde num recipiente limpo e tampado.
Fonte: http://boaforma.abril.com.br/dieta/aliados-da-dieta/maracuja-bloqueador-natural-gordura-488978.shtml
15 de abr. de 2010
Café Besi outra vez!
(Reproduzido na íntegra)
Um oásis no Centro
Café Besi é uma ilha de sossego nos fundos de uma loja de decoração na Rua do Carmo
No tumulto da Rua do Carmo, no Centro, chama atenção a fachada de vidro da loja de decoração Besi, uma exceção mais arrojada em meio à arquitetura tradicional da região. Lá dentro, outra surpresa: nos fundos do endereço funciona o Café Besi, em um agradável espaço de pé-direito alto, piso de ladrilho hidráulico e paredes de tijolo aparente. No cardápio enxuto, encontram-se opções para o lanche ou um almoço rápido.
A lista de sugestões traz quiches, saladas, sanduíches, brownies e minibolos, todos já prontos, expostos em uma vitrine. Entre as saladas, são saborosas as combinações de alface americana, cebola roxa, queijo gorgonzola, cogumelo e contrafilé ao molho de vinho tinto e de cuscuz marroquino, espinafre, tomate-cereja, mussarela de búfala e abacate (R$ 15,00 cada uma). Para acompanhar, peça a quiche de alho-poró (R$ 9,00) ou um dos quatro sanduíches no pão ciabatta. Dois dos recheios oferecidos são presunto de Parma, rúcula, cream cheese e tomate seco ou berinjela, abobrinha, tomate seco e mussarela de búfala (R$ 9,00, meio, e R$ 15,00, inteiro). Para aquela pausa no meio da tarde, cai bem o frapê frozen espresso, aromatizado com avelã, baunilha, doce de leite, chocolate ou caramelo e coberto de chantilly (R$ 7,00). Deliciosos, os cupcakes aparecem em versões de cenoura com nozes, pera com maçã e castanha ou ovomaltine com café (R$ 3,00 o pequeno e R$ 5,00 o grande).
Café Besi. Rua do Carmo, 61, Centro, 2224-1942 (80 lugares). 9h/19h30 (fecha sáb. e dom.). Cc: M e V. Cd: M e V. Cr: todos. www.besi.com.br. Aberto em 2009. $
Fonte: http://vejabrasil.abril.com.br/rio-de-janeiro
11 de abr. de 2010
Os melhores cafés da Argentina
Esta semana, enquanto preparava o roteiro da visita da minha família a Buenos Aires, me deparei com esse artigo (que copio na íntegra). Fiquei decepcionada comigo mesma por não ter visitado nenhum desses cafés!
Finalmente, desta vez - também dando uma de guia de turismo para minha família - fui ao Café Tortoni. Fomos ver um espetáculo de tango (mas esse é um capítulo à parte).
Los mejores cafés de la Argentina
Tradicionales, históricos y referentes únicos de su ciudad y los habitantes que hicieron de ellos un refugio para el encuentro o la mesa solitaria. Un listado con los bares históricos de Buenos Aires y el Interior del país
Fueron, y son, espacios de pertenencia a los que se recurre con una constancia tan fiel que puede datar de toda una vida. Es que más allá de la visita eventual al café que se encuentra azarosamente al paso, siempre hay uno que, por una razón u otra, convoca con regularidad. Tal es el fanatismo que despiertan que, en algunos de ellos, hay que esperar un buen rato para conseguir una mesa disponible.
Los más emblemáticos están vinculados a la más pura tradición cultural de su ciudad, ya sea porque por sus mesas pasaron ilustres personalidades o bien porque fueron motivo de inspiración para autores, músicos y compositores.
Si bien la filosofía WI FI se impuso en la mayoría de los locales, no son pocos los que respetan y conservan desde su estilo arquitectónico hasta las "especialidades de la casa".
Hoy, son frecuentados sin distinción de género, pero hasta mediados del siglo XX sus mesas estaban reservadas solo para los caballeros. Las damas debían conformarse con las firmas que habilitaban el "Salón Familias" tal como sucedía, por ejemplo, en el desaparecido Argos, de Federico Lacroze y Alvarez Thomas.
Algunos fueron calificados de "notables", otros, sobreviven con esfuerzo. Un grupo de elite, alberga shows para turistas y un remozamiento que los convierte en espacios cinco estrellas.
Pero, más allá de disquisiciones y categorías, la mayoría sigue en pie conservando la silla de madera, el mostrador con sandwicheras, la pizarra negra con el menú clavado, la puerta vaivén y el mozo de chaqueta blanca.
Aquí va un listado con algunos sitios emblemáticos que no pueden dejar de visitarse.
Tortoni (Capital Federal) - La más española de las avenidas de Buenos Aires alberga uno de los cafés más emblemáticos de la ciudad. Su historia lo convierte en un sitio en el que se respira cultura y tango. Se inauguró a fines de 1858 y tomó su nombre de un establecimiento del Boulevard des Italiens en el que se reunía la elite de la cultura parisina del siglo XlX.
Su bodega tiene una nutrida cartelera de espectáculos y varias veces fue convertida en estudio de radio. Además del café, son memorables sus picadas. Por sus mesas de Avenida de Mayo al 800 desfilaron desde Alfonsina Storni y Benito Quinquela Martín a Jorge Luis Borges y Julián Centeya pasando por la porteñísima Tita Merello, quien dejó un cuadro de recuerdo.
Varela Varelita (Capital Federal) - En la Avenida Scalabrini Ortiz y Paraguay, un clásico bar sin restaurar a pocas cuadras de lo más sofisticado de un Palermo poblado de reductos de moda y nada de tradición. El lugar es muy frecuentado por cierta intelectualidad que hace de sus mesas una extensión de la biblioteca casera. Imperdible su café con leche bien espumante.
Las Violetas (Capital Federal) - El 21 de septiembre de 1884 se inauguró esta confitería que haría historia en la esquina de la Avenida Rivadavia y Medrano. Carlos Pellegrini asistió a la apertura y Roberto Arlt fue uno de sus clientes más renombrados.
En la década de 1920 se construyó el actual edificio marcado por arañas doradas, vidrieras y puertas de vidrios curvos, vitrales franceses y pisos de mármol italiano. Permaneció cerrado muchos años, pero en 2001 una restauración dejó el lugar a nuevo devolviéndole aquella elegancia que fuera su sello distintivo. En 1998, la Legislatura de la Ciudad de Buenos Aires la declaró como "Lugar Histórico de la Ciudad". Son famosas sus meriendas con tortas que permiten olvidar por un rato la dieta.
Esquina Homero Manzi (Capital Federal) - Si de esquinas tangueras se trata, la de San Juan y Boedo está asociada a la más pura cultura ciudadana. Homero Manzi la consagró con el tema "Sur", una de sus máximas creaciones. Durante el día, es una parada obligada para los vecinos de Boedo. Por las noches, se convierte en uno de los sitios más reclamados por los turistas que buscan un show de tango con contexto tradicional.
De los Angelitos (Capital Federal) - Fue reconstruido luego de permanecer varios años cerrado. Hoy, sus paredes de Avenida Rivadavia y Rincón recrean la vieja gloria de uno de los sitios más tradicionales de la ciudad. Muy frecuentado por los turistas extranjeros, ofrece por las noches shows y cenas cinco estrellas. Durante el día, se puede tomar café mientras se escuchan los acordes, grabados o en vivo, de la música de Buenos Aires.
Café De García (Capital Federal) - En Sanabria y José Pedro Varela, en el límite de Villa Devoto, se emplaza este café y bar. La clientela lo convirtió en un centro de encuentro inevitable del barrio cuyas rondas de café se extienden hasta la hora de las picadas más famosas de Buenos Aires que le dieron repercusión internacional al lugar.
La Farmacia (Capital Federal) - En Avenida Directorio al 2400, el barrio de Flores ofrece un sitio especial: una antigua farmacia reconvertida en bar. Frascos y estantes de época le otorgan al espacio la originalidad que remite a su nombre. Es un lugar ideal para ir con amigos, desayunar o merendar, y también dejarse llevar por algunas de las especialidades de su almuerzo o cena.
El Gato Negro (Capital Federal) - Otro clásico de Buenos Aires que fusiona el aroma de café con el de las más exquisitas especias y el té. Una parada ideal antes de asistir a algunos de los teatros de la zona. El lugar, ubicado en Av. Corrientes 1669, conserva en inmejorable estado el mobiliario de época. Es un refugio detenido en el tiempo donde se respira atmósfera ciento por ciento porteña.
La Giralda (Capital Federal) - Otra pausa que no se puede soslayar en la Calle Corrientes. Entre Paraná y Uruguay se levanta este sitio de clima bohemio muy concurrido por jóvenes militantes y estudiantes universitarios. Además de sus cafés, es imperdible el chocolate con churros.
Café de Juan (Capital Federal) - En Camarones 2702, en Villa General Mitre (entre Villa del Parque y Flores), lejos del mundanal ruido y las luces del Centro, este café, considerado uno de los "notables" de la ciudad, es atendido por una familia que no modificó en nada su aspecto original. Ideal para madrugadores ya que abre cerca de las seis de la mañana.
Otros recomendables y con historia son el Bar Británico (frente a Parque Lezama), La Biela (Recoleta), Richmond (sobre la Calle Florida), 36 Billares (en la Avenida de Mayo), y Oviedo (Mataderos), por citar solo algunos de los más de diez mil cafés y bares habilitados de una ciudad de Buenos Aires que hizo de este hábito un sello distintivo.
Por el Interior:
El Cairo (Rosario) - Una de sus mesas era la frecuentada por Roberto Fontanarrosa y sus amigos. Bautizada como "La mesa de los galanes" hoy se distingue del resto a modo de homenaje al genial escritor. Algunos días a la semana es posible presenciar espectáculos musicales. Quien quiera descifrar la verdadera identidad de la ciudad no puede dejar de tomarse un café en la esquina de Sarmiento y Santa Fe.
Sorocabana (Córdoba) - En San Jerónimo 98 no existe el letrero de "Cerrado". Es que el Sorocabana abre las 24 hs. a la espera de la visita de los turistas y lugareños más encumbrados. Imperdibles sus medialunas caseras.
Dos Chinos (San Salvador de Jujuy) - Con casi un siglo de vida es un lugar referencial de la vida social de la ciudad. Parroquianos y visitantes convirtieron a este café en un mojón de identidad jujeña..
El Mariscal (Corrientes) - En la esquina de Pellegrini y Salta, este emblemático espacio permite hacer un alto en el camino y disfrutar de exquisitas infusiones. Una de las características del lugar es su oferta cultural basada en mesas redondas, exposiciones, y presentaciones de libros en medio de una mesa bien regada por un exquisito café.
6 de abr. de 2010
Café da Besi
* Texto na íntegra do blog Radar 55.com
Um amor de café... CAFÉ DA BESI
Tomar café com leite quentinho e cremoso é sempre uma delícia. O servido Café Besi, no Centro, tem uma terceira qualidade que enche os olhos e dá água na boca: vem com um coração fofo feito na própria espuma do leite. Achou um amor? Tem mais: também fazem o charme em forma de árvore e maçã.
O dulce latte ou o Irish nut shake são quase uma sobremesa. Se preferir café puro (curto), depois do almoço, repare no sabor. O barista da casa culpa a máquina italiana La Marzocco. Mas, cá entre nós, o truque não seria o café da marca Suplicy? Vai saber... O fato é que é delicioso desacelerar um pouco por lá simplesmente para saborear um café (ou um café com leite!). Para acompanhar, brownies, muffins ou cupcakes - faça suas escolhas.
A loja de decoração que funciona por ali mesmo é uma graça à parte. Repare nas prateleiras... Alguns achados são os produtos com design do chef Jamie Oliver. Programa para gourmet nenhum botar defeito - é isso!
BESI LOJA DE DECORAÇÃO E CAFÉ: RUA DO CARMO, 61, CENTRO. TEL. (21) 2224-1942. WWW.BESI.COM.BR
5 de abr. de 2010
A origem do brunch
PS: Desculpem, mas tive que deixar o artigo em espanhol mesmo...
El brunch, lo mejor que tiene el domingo
Para los que se levantan tarde
Lo mejor del domingo en muchas grandes ciudades es el brunch. Esta palabra, hija gastronómica del desayuno (breakfast) y el almuerzo (lunch), nació en Gran Bretaña al comenzar el siglo pasado, pero se popularizó en Estados Unidos. Hasta el punto de globalizarse igual que los reality shows en TV.
Por eso lo sirven en algunos lugares de Madrid, donde están acostumbrados a almorzar siempre tarde y no sólo el fin de semana. O en París, donde el cartel que lo anuncia con todas las letras es un gancho en el barrio latino aunque parezca un desubicado el que use palabras en inglés. Incluso, aunque por ahora tímidamente, en Buenos Aires para rivalizar al mediodía con el café con leche y las medialunas al sol en la Recoleta.
Conviene recordar algunas claves, especialmente en USA, como prefiero escribir porque es la abreviatura de su nombre y nunca terminé de entender muy bien la reiteración tipo hipo de EE.UU. En las casas de familia, igual que aquí, vale todo.
En la calle, especialmente para el visitante, hay que tener en cuenta las diferencias entre el brunch buffet y uno a la carta. En general en los grandes hoteles, que son la mejor apuesta, uno se sirve solo y el camarero se limita a ofrecerle la bebida o el café. El precio es generalmente bajo para lo mucho que ofrecen. No conozco mejor relación costo y beneficio. Los alojamientos de lujo, porque de ellos hablamos, tienen menos pasajeros durante el fin de semana. Por eso tientan a los que no duermen allí con bandejas de platos fríos que impresionarían a Pantagruel: fiambres italianos, quesos franceses, langostinos frescos, pescados rellenos, antipasto verde con exquisiteces de la tierra y un vasto etcétera para hacerse agua la boca. Es aconsejable comenzar por los frutos de mar, sin mezclarlos. Luego pasar al jamón y embutidos, y a un toque vegetal. Dejar los quesos para el final, igual que en Francia, y saborearlos por separado. Cuidarse del pan recién horneado para dejar lugar a los platos calientes, que se reponen continuamente y que tienen una tarjeta al pie para no equivocarse entre el humo de las marmitas.
Tengo mis lugares de brunch preferidos, y en cada viaje pruebo uno diferente. Al llegar a Nueva York, que es el paraíso de esta costumbre, o a Los Angeles, que se le parece tanto, busco qué hay de nuevo o de clásico que no conozca. La información al día es fundamental, porque son ciudades en cambio constante y el que se para pierde el compás. Reviso la revista Where que se consigue gratuitamente en los mejores hoteles y también le pregunto al conserje sobre lugares y precios. Hago la reserva a través suyo, porque bien vale la inversión de los $ 5 de propina para tener la seguridad de una mesa al llegar. El brunch a la carta, servido en algunos hoteles, pero más en los restaurantes, es diferente. También es bueno, pero se elige por plato igual que en cualquier almuerzo.
No podemos levantarnos, lo que limita el plan de picar libremente sin otro orden que el antojo. Y, por último, pero no menos importante, significa pagar más. Como decimos siempre: la consigna por seguir es disfrutar el doble y pagar la mitad, porque gastar cualquiera sabe.
Fonte: http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=20332927 de mar. de 2010
Por que a cafeína nos mantém acordados?
Se você leu o artigo Como funciona o sono, aprendeu que a substância química adenosina se une a receptores de adenosina no cérebro. Essa junção de adenosina causa sonolência ao diminuir a atividade das células nervosas. No cérebro, a combinação de adenosina também faz com que os vasos sangüíneos se dilatem (presumivelmente para permitir que entre mais oxigênio durante o sono).
A adenosina é produzida pela sua atividade diária. Por exemplo, o artigo Como funciona o exercício físico discute como os músculos produzem adenosina como um dos subprodutos da atividade física.
Para uma célula nervosa, a cafeína se parece com a adenosina. A cafeína, portanto, se combina aos receptores de adenosina. No entanto, ela não diminui a atividade das células da mesma forma. As células não conseguem mais perceber a adenosina porque a cafeína tomou todos os receptores aos quais a adenosina se junta. Então, ao invés de diminuir a atividade por causa do nível de adenosina, as células aumentam sua atividade. Você pode ver que a cafeína também faz com que os vasos sangüíneos do cérebro se contraiam, uma vez que bloqueia a capacidade da adenosina de dilatá-los. Este efeito explica por que alguns medicamentos para dor de cabeça contêm cafeína. Se você tiver uma dor de cabeça vascular, a cafeína vai fechar os vasos sangüíneos e aliviá-la.
Com a cafeína bloqueando a adenosina, aumenta a excitação dos neurônios no cérebro. A hipófise percebe toda essa atividade e pensa que algum tipo de emergência deve estar ocorrendo, então libera hormônios que ordenam que as glândulas supra-renais produzam adrenalina (epinefrina). A adrenalina é, sem dúvida, o hormônio do alerta "lutar ou correr" e tem vários efeitos em seu corpo:
- suas pupilas dilatam;
- seus tubos respiratórios se abrem (é por isso que algumas pessoas que sofrem ataques graves de asma tomam injeção de epinefrina);
- seu coração bate mais rápido;
- os vasos sangüíneos na superfície se contraem para diminuir o fluxo de sangue de cortes e aumentar o fluxo para os músculos; a pressão sangüínea aumenta;
- o fluxo sangüíneo para o estômago diminui;
- o fígado libera açúcar na corrente sangüínea para obter energia extra;
- os músculos se enrijecem para se movimentarem.
A cafeína também aumenta os níveis de dopamina, da mesma forma que as anfetaminas (a heroína e a cocaína também manipulam os níveis de dopamina ao diminuir a taxa de reabsorção dessa substância). A dopamina é um neurotransmissor que ativa o centro de prazer em certas partes do cérebro. É óbvio que o efeito da cafeína é muito menor que o da heroína, mas o mecanismo é o mesmo. Suspeita-se que o efeito da dopamina contribui para a dependência à cafeína.
É compreensível por que o corpo aprecia a cafeína, especialmente se você não deve dormir e precisar ficar em atividade:
- a cafeína bloqueia a recepção da adenosina e então você se sente alerta;
- ela provoca injeção de adrenalina no sistema para te dar força;
- e também manipula a produção de dopamina para que você se sinta bem.
O problema com a cafeína são os efeitos a longo prazo. Por exemplo, quando a adrenalina se acabar, você sentirá fadiga e depressão. Então o que você vai fazer? Vai tomar mais cafeína para que a adrenalina volte. Como você pode imaginar, manter seu corpo em um estado de emergência o dia todo não é muito saudável, e pode fazer com que você fique nervoso e irritado.
O maior problema a longo prazo é o efeito que a cafeína tem no sono. A recepção de adenosina é importante para o sono, especialmente para o sono profundo. A meia-vida da cafeína em seu corpo é cerca de seis horas. Isso quer dizer que se você consome uma xícara grande de café com 200 mg de cafeína às 3 da tarde, então às 9 da noite ainda há cerca de 100 mg de cafeína em seu organismo. Você pode conseguir dormir, mas seu corpo vai provavelmente sentir falta dos benefícios do sono profundo. Este déficit se acumula rapidamente. No dia seguinte você se sente pior, então precisa de cafeína assim que sai da cama. O ciclo continua a cada dia.
É por isso que 90% dos americanos consomem cafeína todos os dias. Uma vez que você entra nesse ciclo, tem que continuar a tomar a droga. E pior ainda, se você tentar parar de usar cafeína, fica cansado, deprimido e com uma dor de cabeça horrível, pois os vasos sangüíneos do cérebro se dilatam. Estes efeitos negativos o forçam a voltar para a cafeína mesmo que você queira parar.
Dizem que um dos motivos de tantos refrigerantes conterem cafeína é para que você fique dependente. Da mesma forma que a dependência de nicotina torna o cigarro um ótimo produto para as empresas tabagista, a cafeína dos refrigerantes de cola ajuda nas suas vendas.
Alguns links interessantes:
- Como funciona a cafeína
- Como funciona o sono
- Como são descafeinados o café, o chá e a cola?
- Como funciona o doping
- A adenosina e o sono (em inglês)
- A cafeína (em inglês)
Onde tomar um bom café da manhã no Rio de Janeiro
O Leblon serve a primeira refeição ao estilo farto, e charmoso, dos hotéis.
Nos fins de semana, os cafés abrem as portas às 8h para receber os clientes. O café da manhã tem clientes fiéis como Manoel Carlos, Marcelo Anthony, Lobão, Carolina Ferraz, Lázaro Ramos, Vanessa da Matta, André Piva, Eduardo Moscovis e Cynthia Howlett, a escritora e roteirista Adriana Falcão e o estilista Carlos Tufvesson. Tomar café na rua pegou mesmo.
Café da manhã nas ruas do Leblon é ótimo para começar o fim de semana.
Sugestões
Garcia & Rodrigues
Avenida Ataulfo de Paiva, 1251
Alessandro & Frederico
Rua Ataulfo de Paiva, 270 - Rio Design Leblon
Rua General Venâncio Flores, 300 A
Café da Conde
Rua Conde de Bernadotte, 26 loja 125
Avenida Ataulfo de Paiva 135, loja 102
Avenida Bartolomeu Mitre, 297, loja C
Cafeína
Avenida Ataulfo de Paiva, 270 loja 119 - Rio Design Leblon
Rua Rita Ludolf, 87 Loja B.
Avenida Ataulfo de Paiva, 375, Loja C.
Avenida Ataulfo de Paiva, 1022, loja A e B
Confeitaria Rio Lisboa
Av. Ataulfo de Paiva, 1030
Rua Carlos Góes, 344
Rua Dias Ferreira, 320
Café da manhã (#3)
Às vezes, a gente não dá a menor bola para ele. Mas deveria: a primeira refeição do dia, acredite, se revelou uma domadora de balanças rebeldes.
por Karina Hollo
Você é da turma que pula o café da manhã pensando em economizar calorias e acha que está fazendo um belíssimo negócio? Ou então vive numa correria danada e acaba saindo de casa com o estômago vazio? Quem sabe o seu caso é outro: ao acordar, o apetite simplesmente não dá as caras? Pois chegou a hora de rever seus hábitos pela boa razão de que fazer o desjejum ajuda a lapidar as formas mais facilmente. É isso mesmo. Rejeitar o café pode até aumentar o risco de engordar! Os especialistas fazem coro ao afirmar que a refeição matinal é essencial não só para garantir pique no dia-a-dia como também para exterminar os quilos a mais.
Comer cedinho dá energia
Pesquisas comprovam que começar o dia em jejum obriga o organismo a economizar combustível. Resultado: o gasto calórico cai e fica mais difícil eliminar as gordurinhas. Já o hábito de tomar café acelera o metabolismo, ou seja, o organismo passa a queimar mais calorias. Animada? Pois saiba que o cereal matinal tem se mostrado um dos maiores aliados na missão de enxugar medidas. Estudo realizado com 4 mil norte-americanas mostrou que aquelas que aderiram ao alimento queimaram cerca de 10% mais calorias do que as que elegeram outros ingredientes para o desjejum. Ricos em fibras, os cereais demoram mais para ser digeridos, mantendo o metabolismo a mil.
Além disso, quem come ao acordar tende a fazer melhores opções nutricionais ao longo do dia, pois evita os picos de fome. Aquelas que ficam em jejum acabam exagerando nas outras refeições e beliscando mais durante o dia. É que uma refeição saudável de manhã equilibra o organismo, limitando a nossa compulsão a alimentos ricos em açúcar e gordura.
O desjejum ajuda a emagrecer
Se ainda não se convenceu de que vale a pena se render a um copo de leite, uma frutinha ou uma tigela de cereal logo cedo, saiba que um estudo realizado pela Universidade do Colorado e de Pittsburg (EUA) e publicado na revista médica Journal of Obesity Research mostrou que o desjejum é um dos principais hábitos incorporados pelos gordinhos que fizeram as pazes com a balança. Cerca de 80% dos pacientes que perderam pelo menos 13 quilos e mantiveram o peso sob controle por mais de um ano aderiram à refeição matinal todo santo dia.
Para ajudá-la a adotar esse hábito saudável e mantê-la magrinha, elaboramos, com a ajuda da nutricionista Cynthia Antonaccio, de São Paulo (SP), um menu matinal com 35 sugestões. Divididas em P, M e G, podem ser escolhidas conforme seu estilo de vida e o tamanho da sua fome. Assim, vai ser muito mais fácil domar o apetite, driblar as tentações e fazer a fita métrica cair aos seus pés.
Para o dia nascer feliz
Elaboramos três tipos de café da manhã, de tamanhos diferentes. Há sugestões para todos os gostos, que variam entre 230 e 550 calorias. Mas fique ligada: se você prefere comer bastante pela manhã, pegue leve em outra refeição, especialmente no jantar.
Fonte: http://boaforma.abril.com.br/dieta/aliados-da-dieta/cafe-manha-tudo-500282.shtml